sábado, 25 de dezembro de 2010


Deixando a noite mais quente
Autor: NamoradaQuente
Categoria: Heterossexual

Assuntos: Grupal, Heterossexual, Traição, Voyeur, provocação

Essa história pode te deixar um pouco animado(a)...

Meu nome é Alice, tenho 22 aninhos, tenho cabelos ruivos, sou magra, 1, 65 de altura e meu corpo tem curvas acentuadas. Sou o que chamam de "falsa magra". Eu sempre fui uma menina romântica, sonhadora e ingênua... completamente diferente do meu namorado. Ele já é mais, digamos vivido, já teve algumas experiencias que eu nem sequer sabia que existam. Aos poucos fui entrando no mundo dele... e me deliciando. Nunca fui do tipo "hot", quente, provocante... não sabia que eu tinha esse poder. Foi a melhor descoberta que eu já fiz.
Nós estávamos em uma festa, dessas animadas, onde tem muita música e bebida. Eu decidi chamar a atenção nesse dia, coloquei um vestido vermelho bem justo. Adoro ser olhada dançando e provocar os olhares sedentos. Chegamos, eu e meu namorado, a festa já bombando, as pessoas meio alteradas, dançando. Sabia que a noite ia ser boa... decidi verificar o quanto... Fui pedir um drink pro barman... ja apertei os seios e mordi os lábios ao pedir um drink. Ele parece ter gostado, pois não marcou na comanda. Agradeci com uma piscadinha. No caminho atraí vários olhares... adoro desfilar nessas festas, mas sabendo que eu estou acompanhada, segura. Com os olhares me seguindo, fui até meu namorado e o beijei calorosamente. Muita gente ficou com água na boca, e ele com o pau duro. Adoro saber que eu causo esse efeito. Isso me faz deixa mais quente ainda e com vontade de provocar. Eu sou daquelas que gosta de testar o limite das pessoas. Até quando ele aguentaria ficar com aquele pau fora de mim? Enquanto mais drinks eu tomava, mais dançava até o chão e rebolava, mais pessoas olhavam e menos ele aguentava. Comecei a passar a mão nas pernas dele e ir subindo bem devagar. Beijava o pescoço, mordia os lábios dele e falava bem baixinho no ouvido que eujá estava muito molhada e queria dar. Ele não aguentou, me agarrou bem forte, me beijando e passando a mão em mim. Quando paramos de nos beijar, percebemos um cara olhando bastante. Certeza que o pau dele estava muito duro. Decidi então, fazer uma surpresinha pro meu namorado.
Em uma dessas conversas intimas, ele me confessou que era leitor assiduo deste site, e que simplismente ficava louco com historias de mulheres que traiam os maridos na frente deles. Então fui pegar outro drink e voltei encarando o tal cara. Comecei a dançar perto dele, encarando meu namorado. Ele tinha aprovado a vítima. Comecei a dançar cada vez mais e mais promiscuamente. Meu namorado nos deixou a sós e ficou observando de longe. Eu tomei iniciativa e beijei o cara. Ele parecia morto de cede, me agarrou bem forte e começou a me passar a mão. Me encostou na parede, começou a morder meu pescoço e apertar meus seios. Fomos para um lugar mais escuro e nisso meu namorado veio junto, sempre observando, ficando louco. Ele tirou o pau pra fora e começou a esfregar entre as minhas pernas... beijava meu pescoço, puxava meu cabelo e sussurrava que ia me comer ali mesmo. Era tudo o que eu queria. Ele enfiou a mão na minha calcinha e confirmou isso. Começou a me masturbar bem gostoso, puxando meu cabelo e falando que ia me comer. Segurei no pau dele, era grande e grosso. Tudo o que eu precisava pra me deliciar a noite inteira. Chamei meu namorado pra levar a gente pra um motel. No caminho pra saída ele cumprimentou o cara, se apresentou como namorado e disse que queria participar, o rapaz com quem eu estava achou meio estranho mas aceitou a idéia. Meu namorado foi dirigindo o carro, e eu fui atras, chupando o cara. De vez em quando chupava meu namorado tambem, que estava super molhado. Chegando lá, ja fui tirando a roupa dos dois. O cara já me encostou na parede e enfiou o pau por tras, me comendo bem depressa. Ver meu namorado olhando e se masturbando me encheu de tesão. Comecei a chupar ele.
Deitei na cama e o cara ja veio em cima... pedi pro meu namorado assumir o lugar e mostrar pro cara como é que me comia de verdade. Ele enfiou o pau bem devagarzinho e começou a me comer... é uma delicia sentir ele, e ele sabe o que fazer. Fiquei em cima dele, rebolando bem gostoso. Ele me comia cada vez mais depressa... e o cara ao lado, esperando a vez dele, e aprendendo como é que me comia. Fiquei de 4 e perguntei se ele tinha aprendido. Ele veio me mostrar que sim. Começou bem devagar e ja foi acelerando, enfiando cada vez mais fundo, e indo cada vez mais rapido. Eu chupava meu namorado e morria de tesão... ele ia gozar.
Eu sinceramente estava fazendo isso pelo meu namorado, mas eu confesso que nunca senti tanto tesão na minha vida, eu estava a ponto de perder o controle. O cara gozou dentro de mim e meu namorado ao perceber isso foi a loucura e gozou na minha boca, eu engoli cada gotinha. O sexo ainda durou algumas horas até eu cair na exaustão.
Depois disso eu temi que meu namoro não fosse mais o mesmo, e realmente não foi, meu namoro ficou muito mais picante, meu namorado e eu melhoramos o sexo de maneira inimaginavel.
Sempre agora que nós saímos, procuramos vitimas em potencial para nossas brincadeiras. Sendo homem ou mulher, foram as minhas melhores experiências.
Isso é um fato real.
Sou de Uberlândia - MG, e se houver candidatos, mandem e-mail para o meu namorado alex12sjc@hotmail.com

Beijos!



MASSOTERAPIA - CÓDIGO DE ÉTICA
Para facilitar, primeiramente, ao nosso público seleto e, auxiliar a integração dos profissionais da Massoterapia, como os filiados independentes ao sindicato (estabelecimentos de ensino ou prestador de serviços ligado à saúde) essas normas servirão como um termômetro, no que diz respeito à conduta do massoterapeuta, e com isso, possibilitando saber, o seu grau de profissionalismo.
1) Respeito ao Ser humano (cliente). O massoterapeuta deve zelar por um atendimento digno ao seu semelhante.
2) A profissão – O massoterapeuta, é aquele profissional de saúde, técnico (utiliza: mãos, cotovelos, pés, aparelhos complementares e cremes) e sensível, que atua na prevenção e no tratamento de determinadas patologias físicas (em conjunto com a medicina alopata), como também, pode atuar na estética e no bem-estar (emocional).
3) Anamnese – O massoterapeuta deve manter essa importante conduta, antes do atendimento prático. Anamnese, trata-se de uma analise, prévia sobre a pessoa e, acrescentada com novos pareceres.
4) Higiene pessoal e local - O profissional deve estar asseado (para cada atendimento), roupas limpas, sem objetos nos dedos e punhos, unhas cortadas e, no caso dos homens, barba feita ou aparada. O ambiente precisa estar compatível com este método. O massoterapeuta deve ser amigo da natureza (respeitar o meio ambiente), não poluindo, favorecendo, positivamente, a vida de uma forma geral e imagem de nossa classe.A Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos considera inadmissível, um profissional de saúde, dependente do tabaco. O massoterapeuta tem o livre arbítrio para adiar ou cancelar um atendimento, em situações que ele considere, comprometedora, no que diz respeito aos resultados da massagem, como na preservação da sua saúde.
5) A massagem (massoterapia) é um método natural, estritamente prático e, desenvolvido com sentimento. Como o nosso público é composto de pessoas cultas e exigentes, a Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos aconselha os seus profissionais, a não mesclar a psicologia da massoterapia com temas que não estejam em sintonia com a nossa profissão.
6) Apesar dos massoterapeutas utilizarem diversas técnicas e, muitos, possuírem conhecimento em outras áreas de saúde, os filiados a Sinaten, é proibido de fazer prescrições medicamentosas, se responsabilizando pelos seus atos. Os massoterapeutas só tratam de patologias graves, em conjunto com prescrição médica especializada.
7) O massoterapeuta, atuante, deve se aperfeiçoar, tecnicamente e eticamente. O massoterapeuta não recomenda vincular anúncios em meios de comunicação que não respeita a nossa nobre profissão, permitindo a inclusão de propaganda enganosa (dupla interpretação). Esse é um ótimo exemplo de boas maneiras. Valorize a sua profissão, a escola onde se formou e onde é filiado.
8) O profissional deve se conscientizar, que precisa manter a sua saúde em dia, tanto para um bom atendimento, como para a sua qualidade de vida. Por isso, a Corporal aconselha: atividade física, conscientização alimentar, respeitar o seu limite de desgaste físico e mental (limitando-se a um número de atendimento) e, se prevenir, tomando as vacinas que estejam correlacionadas com a nossa profissão. Todo profissional de saúde quer ser visto como um referencial. Discipline-se.
9) O massoterapeuta, profissional, vê o corpo como um templo sagrado. Porém, devido a vários fatores históricos, comportamentais e sociais, ainda há preconceito e resistência em relação ao divino corpo. No caso de atendimento, principalmente domiciliar, a orientação da Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos é acolher o posicionamento do paciente, quanto à aplicação ou não com o corpo desnudado. Caso seja aceito, utilize os procedimentos oferecidos no curso de aperfeiçoamento da Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos.Tanto o profissional como o paciente ou nosso cliente, devem denunciar qualquer tipo de insinuação (verbal ou gestual), que venha comprometer o atendimento técnico.Devido à complexidade humana (que foge da nossa alçada), a Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos recomenda que, crianças e adolescentes, devem fazer massagem somente na presença de seus pais ou de uma pessoa (adulta) responsável. No caso de determinada técnica (exemplo: drenagem linfática), o receptor leigo deve ser orientado previamente sobre a aplicação na área.
10) A filosofia da Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos em relação à remuneração profissional, é respeitar o que ele considerar justo, já que, a nossa instituição não recebe comissões por tais atendimentos, individuais.
11) A Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos, apesar do seu esforço em selecionar, rigorosamente, os seus profissionais, autônomos, tem consciência que, é humanamente impossível, saber se ele está representando, dignamente, a nossa classe.Logo, o massoterapeuta (filiado) é responsável por suas atitudes, isentando a Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos de qualquer responsabilidade no descumprimento do nosso código de ética. Todavia, a Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos, tem um nome a zelar perante a sociedade e, se necessário, atuará, para a manutenção de sua filosofia de trabalho.
12) Serviço Social – É de conhecimento de todos, que a profissão de massagista ou massoterapeuta é desgastante (fisicamente e mentalmente), por isso, a Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos sugeri que, o profissional que deseje participar de ações sociais, dê preferência a atividades que não estejam vinculadas, diretamente, com as técnicas (manobras) da massoterapia, preservando o seu maior patrimônio.
13) O massoterapeuta que faz parte da Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos, aconselha-se manter um espírito de equipe, para que o nosso sucesso seja compartilhado com todos. Qualquer reclamação, dúvida ou sugestão, deve ser encaminhada, preferencialmente, via e-mail, para o diretor comercial da Corporal Clínica de Massoterapia/Poderdasmaos. Trabalhar com profissionalismo e amor pelo o que faz, é integrar-se a esta casa acolhedora.OBS.: Que essas normas não sejam vistas com rigidez, e sim como um estímulo à valorização profissional e, assegurar aos nossos clientes um atendimento de nível humano, como também, para manter esse grupo seleto unido.






O mapa da reflexologia, que também faz parte das técnicas do tsuya O método Tsuya, desenvolvido pelo massoterapeuta Kiyoshi Nagaoka, mescla várias técnicas orientais e milenares como Shiatsu, ANMA, Quiropraxia, Reflexologia, entre outrasPara começar 2010 com mais disposto, o corpo relaxado e a saúde revigorada, é indicada uma boa sessão de massagem, bem vinda a qualquer hora do dia. “Além de melhorar a circulação, aliviar o estresse, aumentado a sensação de bem estar, a massagem é capaz de amenizar certos desconfortos e tratar determinadas disfunções”, afirma o massoterapeuta kiyoshi Nagaoka, com algumas décadas de experiência em técnicas milenares e orientais.Por meio da técnica Tsuya, que significa toques de reabilitação, desenvolvida com exclusividade por Nagaoka, o profissional recomenda uma sessão de massagem para desintoxicar o organismo e eliminar o inchaço provocado pela ingestão em excesso de comida e bebida nas festas de final de ano. O método mescla diversas técnicas milenares como Shiatsu, ANMA, Quiropraxia, Reflexologia, entre outras.O massoterapeuta explica que são feitas diferentes manobras em todas as partes do corpo, mas, principalmente, nos pontos reflexos da tireóide. A massagem começa pelo pescoço, passa pelo trapézio, região torácica, lombar, glúteos, pernas e termina nos pés. “Além de relaxar toda a musculatura e ativar a circulação, o objetivo principal da aplicação da técnica, neste caso, é desintoxicar o organismo, eliminando o inchaço, e para isso é realizado um trabalho para equilibrar toda a parte hormonal“.Para o tratamento ser ainda mais eficaz, o profissional alia às técnicas de massagem orientações de correção postural e hábito alimentar. O número de sessão indicado varia de pessoa para pessoa. “O método proporciona um resultado mais rápido do que os demais, uma vez que a técnica de massagem Tsuya vai direto ao ponto, onde deve ser tratado o problema“, revela Nagaoka.O Tsuya traz ainda vários benefícios no tratamento de doenças como diabetes, distúrbio da Tireóide, Tensão-Pré-Menstrual (TPM), fertilização, problemas circulatórios e do aparelho digestivo, hepatite, labirintite, enxaqueca, dores neuromusculares, hipertensão, entre outros.SOBRE A TÉCNICA DE MASSAGEM TSUYAPor vários anos, Kiyoshi Nagaoka dedicou-se no desenvolvimento de uma nova técnica, que denominou de Tsuya – toques de reabilitação - que compreende diversas técnicas milenares como o Shiatsu (pressão dos dedos em pontos do corpo onde passam os meridianos, conhecidos como canais de energia); a Anma (manobras como amassar e esfregar com as mãos), a Quiropraxia (manipulação, ajustamento e alinhamento articular), a Reflexologia (técnica que utiliza a acupressão em determinados pontos reflexos do pé e baseia-se no estudo fisiológico e neurológico), entre muitas outras.Para identificar quais são as manobras necessárias para aplicar a técnica Tsuya, o terapeuta utiliza a sensibilidade das mãos e a anamnese, momento que se dedica a colher informações do paciente, que o ajudam a atender as necessidades do mesmo, antes mesmo de dar início ao tratamento. Para obter um resultado ainda mais eficaz, o especialista recomenda fazer no mínimo três sessões de massagem. O tempo de recuperação varia de acordo com organismo de cada pessoa.
FONTE: http://jornalportaleste.blogspot.com/2010/01/massagem-tsuya-ajuda-desintoxicar-das.html
Serviço:Kiyoshi Nagaoka - http://www.massoterapeuta.com.br/

terça-feira, 19 de outubro de 2010




Cólicas...

Nada mais desagradável que sentir dor, não é? Ainda mais quando essa dor se chama cólica menstrual e aparece todo santo mês. O fato é que nem sempre as pontadas chatinhas na barriga acompanhadas de perdas de sangue significam que você vai ficar "naqueles dias". Por isso, o Bolsa de Mulher saiu a campo para investigar as causas reais deste problema que atormenta muitas mulheres.

O QUE VOCÊ SABE SOBRE SAÚDE FEMININA?

A cólica menstrual é provocada pela falta de suprimento sanguíneo no útero, explica a ginecologista Renata Aranha, do Hospital Universitário Pedro Ernesto (UERJ). Já a menstruação é uma união de sangue e endométrio, tecido que reveste a parte interna do útero e sofre descamação. "Toda vez que o endométrio é descamado é como se houvesse uma lesão do tecido, e o corpo promove um processo em cadeia de ação inflamatória que produz a prostaglandina (hormônios que as células produzem quando lesadas ou excitadas). Sem sangue no útero, não há irrigação nem oxigênio, o que provoca a dor", complementa a médica.O nome científico da cólica fisiológica é dismenorreia primária. É aquela dor pélvica que aperta, alivia e volta, e pode ocorrer antes ou durante o período menstrual. É muito comum, por isso não há motivo para se preocupar. Segundo Renata Aranha, o uso de antiinflamatórios é o tratamento mais recomendado nestes casos. "A pílula anticoncepcional também ajuda muito, porque quem faz o endométrio crescer é o estrogênio. Com a pílula, podemos controlar esse crescimento e, portanto, ele descama menos. Por isso que o fluxo diminui também", acrescenta a especialista.O alerta de sinal vermelho deve ser acionado quando a cólica é muito intensa, progressiva e aumenta ao longo da menstruação. Neste caso, você pode estar sofrendo da chamada dismenorreia secundária. "Ela precisa ser investigada e exige exames complementares, pois pode ter diferentes causas", esclarece a doutora, que chama a atenção para a origem do desconforto: "Ela pode estar associada a complicações no sistema reprodutivo, como alterações nos ovários, útero ou vagina, endometriose, miomas, infecção pélvica, tumores, entre outros fatores".

Coordenador do Ambulatório de Endometriose do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), Renato Ferrari explica que a endometriose ocorre quando parte do endométrio descamado vai para dentro do abdômen através das trompas e, em algumas mulheres, esse endométrio acaba se desenvolvendo. "Há outras duas formas de desenvolver a doença: quando o sangramento que cai no abdômen passa através do diafragma e acomete a pleura (membrana que recobre o pulmão); e quando o endométrio se instala na cicatriz deixada pela cesariana", complementa o médico, que identifica os tipos de tratamento: "Pode ser cirúrgico ou através do uso da pílula anticoncepcional, depende de cada caso".
Dica para vcs assistirem,O poder dos sucos

Outro mal que causa cólica é a adenomiose, como afirma a ginecologista Renata Aranha: "Ocorre em mulheres que já tiveram filhos e é uma prima-irmã de endometriose, diferenciando-se por ocorrer na parede do útero. Ela gera dor, dismenorreia progressiva, aumento do fluxo menstrual, dispareunia profunda (dor na relação sexual) e até infertilidade. Para diagnóstico, pode ser realizada uma ressonância magnética".

O tratamento tanto para a adenomiose quanto para a endometriose, segundo a especialista, é deixar de menstruar. "A menstruação provoca dor e aumenta a progressão da doença", observa ela, que indica os métodos disponíveis no mercado: "A mulher pode fazer uso da pílula contínua, do DIU de progesterona ou usar hormônios como a gestrinona, que bloqueia a produção de estrogênio, ou seja, provoca uma menopausa antecipada".

quarta-feira, 1 de setembro de 2010



Sexo faz mal quando desejo afeta comportamento e rotina

Dificuldade de se relacionar ou pendências do passado podem explicar compulsão


Está mais do que comprovado que ter uma vida sexual ativa traz, além do prazer físico, benefícios que reverberam para o todo o corpo mesmo depois do sexo. Males como enxaqueca, estresse, cólicas e a TPM, por exemplo, perdem terreno com a relação sexual. A pele fica mais bonita, e os músculos, mais relaxados. Do mesmo modo, é perfeitamente possível existir os desprezares do sexo, incluindo-se aí o vício. Quando o hábito foge ao controle e gera atitudes autodestrutivas e, assim como a dependência por drogas ou por jogos de azar, necessite de tratamento. Um exemplo de que a doença pode desestruturar a vida de alguém é o premiado (e bilionário) golfista norte-americano Tiger Woods. Há algumas semanas, o atleta pediu desculpas à familia publicamente, após escândalos envolvendo mais de dez amantes, a esposa e um acidente de carro. Durante 45 dias, Woods ficou internado em uma clínica de reabilitação. "É difícil admitir, mas preciso de ajuda. Ainda tenho um longo caminho a percorrer", declarou. Antes dele, outras personalidades, como os atores Michael Douglas e David Duchovny, já confessaram a dependência por sexo. Mas o que provoca o quadro de compulsão? E esta doença tem cura? Para o psiquiatra Aderbal Vieira Jr., coordenador do Ambulatório de Tratamento do Sexo Patológico do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), o dependente de sexo não tem as mesmas características dos pacientes com transtornos psiquiátricos, em que alguma área do cérebro foi afetada. Os compulsivos, em geral, viveram situações que desencadearam a busca excessiva por sexo, masturbação ou por fantasias sexuais. "A pessoa busca uma forma de acertar uma pendência com seu passado ou, tendo dificuldade de se relacionar e criar laços afetivos, acaba vendo no sexo uma compensação". De acordo com a psicóloga e terapeuta sexual do ISEXP, (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática) Arlete Gavranic, as origens dessa compulsão podem estar na infância. "Crianças que apanharam muito, têm maiores chances de desenvolver a dependência por sexo, como uma busca de um prazer que não tiveram. Da mesma forma, aquelas que não recebem carinho nenhum, podem tornar-se dependentes de sexo, buscando inconscientemente uma compensação."
Sintomas da compulsãoUma das características dos viciados em sexo é a de estar sempre pensando ou fantasiando algo relacionado a sexualidade. "São pensamentos constantes, que deixam a pessoa inquieta", explica Arlete Gavranic. Mas como saber se seu comportamento é inofensivo ou caracteriza compulsão? A terapeuta esclarece que o sexo patológico fica evidente quando esse desejo passa a atrapalhar a vida da pessoa, impedindo-a de fazer atividades normais, (trabalhar, estudar, ir a eventos sociais, praticar esportes, ter um lazer) que exigem concentração e dedicação.Além disso, dificilmente o dependente consegue se concentrar em algo que não esteja relacionado ao sexo. Sendo assim, não só as pessoas que fazem muito sexo podem ser viciadas, mas também as que fantasiam ou se masturbam excessivamente. No caso da masturbação, em casos extremos de dependência, a pessoa pode chegar a machucar o pênis ou a vagina de tanto estimular a região. Outro indício é quando a pessoa interrompe o que está fazendo - trabalho ou estudo, por exemplo - para se masturbar. A compulsão também é conhecida por outros nomes: erotomania (para os homens) e a ninfomania (no caso das mulheres). Em geral, quando há a busca de parceiros, acontece uma ansiedade no momento da pré-atividade sexual e, após o orgasmo, segue-se uma sensação de culpa ou de vazio com bastante frequência. Quem possuiu parafilias não é necessariamente um compulsivo. Elas são um tipo de comportamento sexual em que a fonte de prazer não está no ato sexual em si, mas em objetos, situações ou tipos específicos de parceiro. É o caso do masoquismo, fetiche por pés, por animais, entre inúmeros outros exemplos. "As parafilias existem aos montes e não são necessariamente indício de dependência em sexo. Acontece que, os compulsivos, não têm o controle sobre esse tipo de comportamento, às vezes, colocando-se em situações arriscadas", diz Arlete.
TratamentoO tratamento psicoterapêutico é a indicação eficaz para aqueles que aceitam a ideia de que estão com dificuldades e que sozinhos dificilmente conseguirão resolver esse problema. O mais comum é que o paciente receba auxílio de um médico em conjunto com um psicólogo. Em alguns casos, mais extremos, haverá necessidade também de medicação receitada por um psiquiatra. No Brasil, o maior grupo de terapia para dependentes de sexo é o DASA (Dependentes de Amor e Sexo Anônimos). A entidade tem como base o tratamento fundamentado nos 12 passos, assim como os Alcoólicos Anônimos, atuando em diversos estados do País. Qualquer pessoa pode frequentar as reuniões, que são gratuitas. Outra referência no tratamento da dependência em sexo é a clínica Instituto Paulista de Sexualidade (InPaSex), na cidade de São Paulo. Aderbal Vieira explica ainda que muitos dos métodos utilizados para a cura dessa dependência propõem a abstinência de sexo como uma forma de o paciente conseguir se libertar da compulsão.
O psiquiatra, entretanto, discorda que a abstinência seja algo recomendável. "Quando falamos em drogas, faz sentido falarmos em abstenção, porque as drogas não são algo natural para o organismo como o sexo. O sexo em si é algo necessário à boa saúde e ao bem-estar e, sendo assim, geralmente, aqueles que tentam a abstinência, não conseguem mantê-la por muito tempo e acabam frustrados pensando que nunca se libertarão da dependência", aponta Aderbal. O teste a seguir é utilizado no diagnóstico da doença pelo PROAD, a partir da tradução de um teste desenvolvido por Patrick Carnes, nos Estados Unidos, Ph.D em dependência de sexo . Caso você responda "sim" a mais de seis questões, há uma maior probabilidade de ter dependência de sexo. Entretanto, o diagnóstico deve ser feito por outros meios, com ajuda profissional.
"O sexo patológico fica evidente quando esse desejo passa a atrapalhar a vida da pessoa, impedindo-a de fazer atividades normais"
O PROAD atua na prevenção, pesquisa, ensino e assistência a dependências químicas e não-químicas (como o vício em jogos de azar e o próprio vício em sexo).
1. Você sofreu abuso sexual quando criança ou na adolescência?
2. Você tem assinado ou comprado regularmente revistas pornográficas?
3. Seus pais tiveram problemas de ordem sexual?
4. Você frequentemente se percebe preocupado com questões sexuais?
5. Você acha que seu comportamento sexual não é normal?
6. Sua(seu) esposa(o) ou companheira(o) se preocupa ou até mesmo reclama de seu comportamento sexual?
7. Para você é difícil interromper seu comportamento sexual mesmo sabendo que é inadequado?
8. Você chega a se sentir mal por causa de sua conduta sexual?
9. Sua conduta sexual já causou problemas a você ou à sua família?
10. Você alguma vez buscou ajuda para lidar com comportamentos sexuais de que não gostava?
11. Você já chegou a se preocupar com o fato das pessoas descobrirem a respeito de suas atividades sexuais?
12. Alguém já se feriu emocionalmente devido à sua conduta sexual?
13. Alguma de suas atividades sexuais é ilegal?
14. Você ja se prometeu deixar de fazer alguma coisa relacionada ao seu comportamento sexual?
15. Você ja fez alguma tentativa de interromper algum aspecto de sua conduta sexual e acabou não conseguindo?
16. Você tem que esconder dos outros algum aspecto de seu comportamento sexual?
17. Você já tentou parar de fazer alguma coisa relacionada a sua atividade sexual?
18. Você já achou que o seu comportamento sexual era degradante?
19. Sexo é para você uma forma de escapar de seus problemas?
20. Você se sente deprimido após fazer sexo?
21. Você já sentiu necessidade de deixar de praticar alguma forma de comportamento sexual?
22. Sua atividade sexual interfere com sua vida familiar?
23. Você já manteve práticas sexuais com menores de idade?
24. Você sente que é controlado por seu desejo sexual?25. Você sente que seu desejo sexual é mais forte do que você?

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Refletir....

Se sua mulher disser que você parece um avião, desconfie...

O Homem até os 25 anos se equipara ao Avião de Papel: Apenas vôos rápidos, de curto alcance e duração.
O Homem dos 25 aos 35 anos se equipara ao Caça Militar: Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objetivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.Dos 35 aos 45: Aeronave Comercial de vôos internacionais: Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Vôos longos, com raros sobressaltos. A clientela chega com grande expectativa; ao final, sai cansada, mas satisfeita.
Dos 45 aos 55: Aeronave Comercial de vôos regionais: Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros. Os vôos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.
Dos 55 aos 65: Aeronave de Carga: Preparação intensa e muito trabalho antes da decolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem. A clientela é composta majoritariamente por malas e bagulhos diversos.
Dos 65 aos 70: Asa Delta: Exige excelentes condições externas para alçar vôo. Dá um trabalho enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora. Após a aterrissagem, desmonta e guarda o equipamento.
Dos 70 aos 80: Planador: Só voa eventualmente e com auxílio. Repertório de manobras extremamente limitado. Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar. Após os 80: Modelo em escala Só enfeite. rssss

DIFERENÇAS DE IDADE - NOSSOS AMORES PARTE I

Alguns homens, em geral acima dos 55 anos, sentem-se, por motivos exclusivamente psicológicos, preocupados com o risco de não satisfazerem sexualmente a parceira. Dizem que sua ereção dura pouco tempo e que as mulheres de sua idade ou um pouco mais moças ou mais velhas, demoram mais tempo para chegar ao orgasmo. Segundo eles, homens mais velhos dão-se melhor com mulheres mais jovens e mulheres mais velhas com homens mais jovens, pois estes conseguem manter uma ereção por mais tempo. Homens inteligentes e com um nível cultural alto podem viver uma variante desse tipo de problema, precisando de mulheres jovens para se sentirem estimulados sexualmente, mesmo que esse fato lhes gere conflitos e grandes perdas. No entanto, em relação ás mulheres, hoje em dia estamos vivendo momentos difíceis porque mesmo nos sentindo bonitas, atraentes, cheias de gás para uma vida sexual plena, somos recusadas por homens dessa mesma faixa etária porque nos julgam muito velhas para eles. Há mulheres que possuem além de uma ótima forma física que custa a desaparecer com a idade, uma personalidade que não se deteriora mesmo com o passar do tempo e que garante seu sucesso junto ao sexo oposto. Temos que nos defender e muitas de nós diminuem a idade, até porque tendo óptima aparência e parecermos ter 10 anos a menos, isso nem é problema sério. Infelizmente, somos taxadas de: - "depravadas" - "velhas assanhadas" - "descompassadas", etc. , etc. Somos ainda bonitas e sensuais e até recebemos muitos elogios dos homens que se cruzam conosco - por isso certas colocações são muito injustas e mentirosas (...). ESTOU ERRADA ou seremos e vítimas de pessoas invejosas??? Existe, sem dúvida, um preconceito, sobretudo contra as mulheres a partir dos 50, de certa forma, consideradas como última opção por grande parte de alguns homens.

DIFERENÇA DE IDADES - NOSSOS AMORES PARTE II

Os que estão próximos dos 70 anos não têm restrições em procurar uma mulher com mais de 50, 60 anos. Outros há, mais amadurecidos e que têm maior desenvoltura no trato com as mulheres que sabem reconhecer a jovialidade e o charme de uma mulher mais velha. Para nao falar dos jovens. Esses, por sua vez, dizem preferir mulheres maduras, experientes. Sem generalizar, muitos deles sentem-se mais valorizados por essas mulheres, em especial quando são inseguros e têm uma baixa auto-estima, o que os faz pensar que não serão tão bem tratados por mulheres da própria faixa etária ou pelas garotas de 20 anos. Tb comentam que essas jovens são muito imaturas, instáveis, desorganizadas (algumas... mas atualmente por cá são cada vez mais ...) o que lhes causa insegurança numa possível relação mais séria. O namoro de um homem mais velho com uma mulher mais jovem já se tornou um hábito bastante comum na nossa sociedade, porém uma mulher que quer ter um relacionamento amoroso com um homem bem mais jovem ainda pode enfrentar muitos preconceitos, embora tenhamos que admitir uma diminuição nos últimos tempos Falar de maneira hipotética sobre diferença de idade nos relacionamentos amorosos pode parecer algo superado, mas quando se depara na prática com essa realidade nota-se que a sociedade não é assim tão aberta como teoricamente se apresenta, principalmente quando essa diferença é grande e a pessoa mais velha é a mulher. O primeiro repúdio ao namoro costuma surgir no seio da própria família, que supõe saber o que é melhor para seus membros embora nem sempre o que é melhor para eles, seja para o outro. É preciso ter paciência com elas, evitando discussões e brigas que não levam a nada, procurando levar a pessoa amada a uma convivência mais próxima para que a conheçam melhor. Deixando de lado o preconceito esse tipo de relação, como tudo na vida, tem seu lado bom e seu lado ruim. O(a) mais velho(a) alimenta o receio de que possa, em algum momento, ser trocado(a) por alguém mais jovem e atraente. O(a) mais novo(a), por sua vez, sente medo de ser trocado por alguém mais velho, com mais experiência de vida. Ocorre que nem sempre a nossa idade cronológica corresponde exactamente a chamada idade mental/emocional, ou seja, alguém de 40 ou 50 anos pode comportar como uma pessoa de 20, ou vice-versa. Não escolhemos a pessoa nem tampouco a idade dela para nos apaixonar, simplesmente a amamos, é algo um tanto quanto complexo para controlarmos, logo se você ama alguém e é correspondido invista nessa relação se ela a faz feliz, não olhe de lado e entenda que alguns dos que lhe criticam o fazem por estarem presos a velhos hábitos. Viver de forma diferente daquela a que se está acostumado causa ansiedade e medo. Os relacionamentos amorosos são exceção à regra. Contudo, é necessário ter mais coragem e discutir os valores que são transmitidos sem ser questionados, mas que sempre geram sofrimento.

DIFERENÇA DE IDADES - NOSSOS AMORES PARTE III

A diferença de idade no namoro é apenas um exemplo dos inúmeros preconceitos que estão arraigados às pessoas, limitando inteiramente a vida. O amor só pode fluir quando os parceiros têm a capacidade de conviver com as suas diferenças, negociando a cada momento o ponto de equilíbrio da relação. Isto significa que você consegue ver o outro tal como ele é e não força a barra para ele seja do jeito que você gostaria. O que nao acontece nos relacionamentos amorosos em pares iguais. Aqui há um querendo que o outro se comporte de uma forma pré-concebida. E o conflito sempre aparece quando você coloca a outra pessoa na condição de objeto dos seus planos e deixa de vê-la como ela realmente é. Mais cedo ou mais tarde ela se rebela, quando não é você que a despreza. Uma pessoa mais velha já passou por muitas experiências que o mais novo ainda não teve. Mas este mesmo fato tem dois pontos de vista. - por um lado o mais velho pode pegar carona no entusiasmo e na inocência do mais novo - por outro, o mais novo pode aprender muito com o mais velho. E neste processo, cada um deles precisa ter muita paciência com o ritmo do outro. E podemos dizer que essa paciência vem da habilidade para amar mais ou menos amadurecida e principalmente, da admiração que a outra pessoa desperta em você. Falando em amadurecimento, também é importante ressaltar que existem pessoas mais velhas com um grau de amadurecimento emocional inferior ao de muita gente jovem. É certo que a experiência de vida nos faz aprender, mas nem sempre o tempo é sinônimo de sabedoria. O tempo também pode deixar as pessoas mais rígidas e medrosas. O verdadeiro amor é um sentimento para quem é corajoso e neste sentido o jovem costuma ser mais atirado e arriscar mais. Mas o amor também precisa de algumas virtudes como a paciência, a tolerância e a humildade, que as pessoas mais velhas podem ter mais desenvolvidas. E este casamento de habilidades pode ser muito positivo. A atração que leva duas pessoas a se apaixonarem e virem a se relacionar passa por vários níveis: - físico - psicológico e principalmente - espiritual. Quando você encontra alguém com um alto grau de afinidades, a idade não tem nenhuma importância. O que vale é o encontro, o que vale é a sensação de que você se sente preenchido de amor e que ao lado dela é feliz.

sábado, 28 de agosto de 2010


Casada e Sozinha

Ela quase implora, mas ele não topa o programa. Ela quer conversar, ele é monossilábico

Fabiana, 53 anos, está casada há 30. Desde que os filhos saíram de casa (e ela e o marido passaram a morar sozinhos) ficou mais difícil negar o que durante tanto tempo não quis aceitar: a sua solidão. Eles vivem numa casa confortável, mas seu marido, aposentado, passa quase o dia todo trancado no escritório. “É desesperador. Quando tento puxar assunto, ele só responde por monossílabos. Só se dirige a mim para reclamar de alguma coisa de que não gostou na comida ou na arrumação. Agora, se eu precisar ir ao médico ele me leva e fica no carro esperando. Nunca me procura para fazer sexo. Eu adoro sair, tomar um chope... fazer qualquer coisa, mas sempre que proponho irmos a um teatro ou cinema ele diz que está cansado. Noutro dia resolvi que ia sem ele. Convidei a minha irmã para sair comigo. Você acredita que, enquanto eu esperava a minha irmã passar de carro para me pegar, o vi saindo de carro?”
A primeira coisa que você deve estar se perguntando é: Por que Fabiana não se separa do marido? Sem dúvida seria uma saída, mas as coisas não são tão simples assim. As pessoas têm medo de se separar. Medo de ficar só, do desamparo, de sentir falta do outro, de não encontrar um novo amor, de não conseguir se sustentar, de se sentir jogadas fora. “As pessoas não se separam por estupidez, medo, compaixão. Se forem religiosas, aí a estupidez impera. Porque a religião não resolveu ainda esse problema. Deus abençoa e você tem que morrer com aquela pessoa ali, do seu lado, te fazendo mal. O medo talvez seja o maior empecilho. Medo do que as pessoas vão dizer, medo de assumir o fracasso, derecomeçar.”, afirma o escritor Luís Daltro.
O caso da Fabiana é bastante comum. Há algum tempo, atendi no consultório um grupo de dez mulheres que se reuniam por uma questão específica: a solidão. As idades variavam de 35 a 55 anos. Oito eram casadas, uma separada e uma viúva. Apesar de expressarem o desejo de um companheiro estável, ficou evidente como as vidas das que viviam sozinhas eram mais interessantes e cheias de possibilidades em comparação com as das mulheres casadas. Estas se mostravam desesperançadas, sentiam-se impotentes para tentar qualquer transformação que pudesse lhes proporcionar algum prazer no plano afetivo e sexual. A monotonia, a falta de diálogo com o marido e a ausência de uma vida sexual satisfatória eram a tônica de suas queixas.
Entretanto, na busca de segurança afetiva, qualquer preço é pago para evitar tensões decorrentes de uma vida autônoma. Por medo da solidão as pessoas suportam o insuportável tentando manter a estabilidade do vínculo, e não raro se tornam dois estranhos ocupando o mesmo espaço físico. Como mecanismo de defesa, surge a tendência a não se pensar na própria vida. Tenta-se acreditar que casamento é assim mesmo. Aí é que reside o perigo. Se a pessoa não tomar coragem e sair fora, vai viver exatamente o mesmo que um sapo desatento. Uma fábula conta que se um sapo estiver em uma panela de água fria e a temperatura da água se elevar lenta e suavemente, ele nunca saltará. Será cozido. Mas, afinal, por que se teme tanto a solidão?
O historiador inglês Theodore Zeldin afirma que o medo da solidão assemelha-se a uma bola e uma corrente que, atados a um pé, restringem a ambição, são obstáculos à vida plena, tal e qual a perseguição, a discriminação e a pobreza. Se a corrente não for quebrada, para muitos a liberdade continuará um pesadelo. Segundo ele, a crença mais gasta, pronta para a lixeira, é que os casais não têm em quem confiar salvo neles próprios, o que é tão infundado quanto a crença de que a sociedade condena os indivíduos à solidão.
Não há dúvida de que o medo da solidão é responsável por muitas opções equivocadas de vida. Fazemos qualquer coisa para nos sentir aconchegados e protegidos através da relação com outra pessoa, tentando nos convencer de que assim não seremos mais sozinhos. A ideia, tão valorizada e difundida pelo amor romântico, de que devemos buscar um parceiro que nos complete só contribui para que não enxerguemos o óbvio: a solidão é uma das nossas características existenciais.
Há algum tempo, pensando no medo que a possibilidade de solidão provoca, resolvi perguntar a algumas pessoas como viam a solidão no casamento:
Eva Wilma (atriz): “Muitas pessoas se esforçam para manter o casamento, mesmo quando insatisfatório, porque ficam esperando que um dia melhore, porque foram educadas para ‘engolir sapo’, porque não têm coragem para enfrentar mudanças.”
Rose Marie Muraro (escritora): “A maioria das mulheres casadas há 20, 30 anos, é extremamente sozinha. Elas são muito frustradas porque não se relacionam em profundidade com seus maridos.”
Léo Jaime (cantor, compositor e ator): “Acho que existe uma maneira errada de se contabilizar o amor. A idéia é de que a duração representará a profundidade do vínculo ou a capacidade individual e o investimento que os dois fizeram ali é a que mais se apresenta. Por outro lado, as emoções são atemporais: uma cena de 5 segundos pode ser a razão de uma vida, enquanto anos de namoro podem redundar no mais parvo andar em círculos, um único e longo momento de chatice. O amor poderia ensinar mais, se não tentássemos domesticá-lo e curtíssemos o instante do gozo e da risada, os maiores perpetuadores de algum sentido existencial.”
Sílvio Tendler (cineasta): “Às vezes as pessoas chegam a certa idade e têm medo de mudanças, medo de encarar essa questão. Quando as pessoas se amam de verdade, elas também amam a liberdade. Muitas vezes a gente massacra a liberdade do outro por se sentir prisioneiro da mesma situação. ‘Já que estou prisioneiro aqui, ele (a) também vai estar’. Mas isso não é amor.”
Marina Colasanti (escritora): “Um dos elementos que causam a solidão dentro do casamento é que as pessoas evoluem em direções tão opostas que de repente uma não tem nada mais a ver com a outra. Eventualmente até transam, mas a transa nem sempre configura intimidade. Ou podem se afastar quando um dos dois se volta muito para si. Isso é comum acontecer com os velhos. Sempre se diz que a velhice traz sabedoria, mas é mentira. Temos que lutar para melhorar com a idade, porque a tendência é a gente ir piorando.”
Leda Nagle (jornalista e apresentadora): “Muita gente se esforça para manter o casamento porque é uma garantia de vida, porque as pessoas não gostam de fazer mudanças, por preguiça, por medo da solidão, porque ouvimos nossas mães e avós dizerem: ‘Antes mal acompanhada do que só’”.
Concordo também com o psicoterapeuta e escritor Roberto Freire que diz não ter dúvida de que risco é sinônimo de liberdade e que o máximo de segurança é a escravidão. Ele acredita que a saída é vivermos o presente através das coisas que nos dão prazer. A questão, diz ele, é que temos medo, os riscos são grandes e nossa incompetência para a aventura nos paralisa. Entre o risco no prazer e a certeza no sofrer, acabamos sendo socialmente empurrados para a última opção.